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sábado, 19 de fevereiro de 2011

BMW anuncia dois maxi-scooters para o final deste ano

Vice presidente da BMW anuncia novidades para o próximo Salão de Milão
Durante a apresentação na África do Sul da nova Tourer  seis cilindros K 1600 GT e GTL, o vice presidente da BMW, o Sr. Hermann Bohrer anunciou algumas novidades da marca Bávara. Será apresentado no próximo Salão de Milão (EICMA) dois maxi scooters da marca. Provavelmente a base do projeto dos dois será do BMW Concept C que foi apresentado no final do ultimo ano na edição 2010 do mesmo salão.
 Na recém lançada linha K 1600 serão apresentadas novas versões, assim como das G650GS e R1200R. O vice presidente também comentou sobre a Husqvarna, onde informou que a marca também estará apresentando uma novidade, movida por um motor bicilindrico que mesclará a tecnologia alemã e o desenho italiano. Como citamos anteriormente, a BMW está cada vez mais crescendo no mercado mundial, e não poupará esforços para prosseguir neste ritmo de crescimento.

YAMAHA DIZ QUE VAI TRAZER FZ16 PARA AUMENTAR VENDAS NO BRASIL FZ16 pode marcar a estreia da tecnologia flex na linha Yamaha

 A Yamaha nunca chegou perto da rival Honda no Brasil. Vários fatores estratégicos fizeram com que seus produtos não fossem aceitos pela grande maioria dos consumidores brasileiros, tornando a marca japonesa a eterna segunda colocada. Ao contrário dos carros, o que se fez de errado (ou deixou de fazer) no passado do mercado nacional de motocicletas, parece que é para sempre. Hoje a Honda goza de um status no país que nem o tem no próprio Japão. É mais ou menos como se a japonesa fosse brasileira, e seus produtos todos nacionais de berço.
 De qualquer forma, a Yamaha não está morta e pretende ampliar sua fatia de mercado para 20% nos próximos anos. Para isso, quer reforçar sua linha de produtos no país, começando por um sucesso indiano, a FZ160. A motocicleta tem tudo para virar um sucesso nacional, exceto pela resistência cultural do consumidor a produtos que não sejam da Honda.
 Ela não tem o mesmo estilo indiano da Titan 150 atual, oferecendo um estilo naked com design bem mais moderno, de fazer inveja às nossas populares nessa faixa de cilindrada. Além da versão normal das fotos, a FZ160 conta com versões personalizadas, como a Byson. O motor de 153 cm3 tem 14 cv e 1,9 kgfm. O câmbio possui cinco marchas e o quadro é do tipo diamante. O modelo conta com painel digital e farol com lente complexa. Preço? Ela poderá chegar ainda este ano com preços entre a Factor YBR 125 e a Fazer YS250.
A FZ16 também poderá ser a primeira da marca com motor flex. Embora tenha mais efeito moral que prático (o que se economiza em dinheiro na bomba se gasta mais em combustível), ter um modelo que use álcool e gasolina nas fileiras é necessário, já que a Honda chegou na frente neste nicho.
Há algum tempo a Yamaha vem desenvolvendo seu motor flex, mas a marca não quer seguir o mesmo caminho da rival, que diz que suas motos andam com álcool e gasolina em qualquer proporção, mas “recomenda” que sempre haja alguma gasolina no tanque. De fato, já houve relatos de consumidores cujas motos Honda ficam rateando quando abastecidas somente com álcool.
A Yamaha quer lançar seu modelo flex somente quando não houver riscos de problemas assim. Quando chegar, a moto (que também poderá ser uma versão da Factor ou da Fazer) deverá ganhar um sobrenome. Ecopower e Blueflex são cogitados.

O QUE VOCÊ ACHOU? AINDA NÃO ESTÁ CONFIRMADO,MAIS ESSA É UMA MOSTRA DO QUE PODERA SER UMA 150 DA YAMAHA...ESTAMOS AGUARDANDO NOVAS NOTÍCIAS.

Yamaha quer mudar cenário de vendas no Brasil!

A Yamaha cansou de ver a Honda nadar de braçada no mercado de motocicletas brasileiro. Tanto que a marca japonesa decidiu fazer investimento de R$ 200 milhões em sua fábrica na Zona Franca de Manaus, no Amazonas. E o novo presidente da filial brasileiro Shigeo Hayakawa, vindo da Yamaha Europa, avisa: “Nosso objetivo é chegar aos 20% em três ou quatro anos”.
Ou seja, a marca decidiu que no Brasil não pode ter essa distância em relação à Honda, que em 2010 abocanhou 76% do mercado interno, enquanto a Yamaha ficou com apenas 12% de um mercado de 1,818 milhão de motos emplacadas. Com o aporte, a fabricante pretende expandir a capacidade produtiva de 400 mil unidades/ano para 500 mil/ano. Além disso, o investimento vai contemplar o setor de consórcio, a capacidade financeira do Banco Yamaha e o desenvolvimento e lançamento de novos produtos.


Entre os modelos futuros está a FZ16, cuja nova geração foi mostrada no Salão Duas Rodas da China, no fim do ano passado. Trata-se de uma urbana 150 cilindradas que, juntamente com a YBR 125, brigaria com a linha CG, da Honda, que tem variantes 125 e 150. Além disso, a Yamaha também desenvolve uma moto flex. “Crescer no Brasil é uma decisão tomada”, sentencia o diretor comercial da marca, Mario Rocha.
Já ta mais que na hora!

Honda começa 2011 com três novidades no Brasil

Biz Flex, nova Shadow e CG 150 Titan renovada são os lançamentos da marca
Trabalhando para se manter no topo do mercado brasileiro, a Honda anunciou no inicio de janeiro três novas motocicletas para sua linha no Brasil.
Os lançamentos são: a best-seller Biz 125, que agora é Flex, a nova Shadow 750 e a CG 150 Titan, que recebeu um face-lift. Dentre as novidades, a moto que mais deve chamar atenção é a nova Biz, que inaugura a era bicombustível no segmento cub.
Além de rodar com etanol, a nova Biz também passou por modificações profundas em seu conjunto e, de acordo com a Honda, 95% dos componentes das carenagens e chassi foram modificados. Já para os fãs do estilo custom, a Honda promoveu interessantes modificações na Shadow, assim, a modo tem um visual mais moderno, está mais ágil e conta com a novidade de poder vir equipada com ABS.
Desse modo, torna-se a primeira custom fabricada no Brasil a contar com o dispositivo. Para completar a onda de lançamentos, a marca da asa renovou o conjunto óptico dianteiro da CG 150 Titan. Com a modificação, a Titan fica muito mais parecida com a CB 300R

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Procura por consórcios sobe 9,7% em 2010

Procura por consórcios para compra de veículos sobe 9,7% em 2010
Vendas de novas cotas somaram 1,81 milhão, aponta a Abac.
No segmento de motos a alta foi de 1,7%; no de carros, 30%.
O Sistema de Consórcios fechou 2010 com 3,93 milhões de consorciados no segmento de veículos em geral. De acordo com balanço divulgado pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac) nesta terça-feira (15), o número representa crescimento de 7,3% em relação aos registros de 2009. Também em alta, de 9,7%, as vendas de novas cotas somaram 1,81 milhão de janeiro a dezembro de 2010. No ano anterior, haviam sido registradas 1,65 milhão.
Já as contemplações no segmento — consorciados que tiveram a oportunidade de comprar bens —, aumentaram de 824,9 mil em todo o ano de 2009 para 872,2 mil, em 2010. A expansão é de 5,7%.
MotocicletasAo separar por segmento, o de motocicletas e motonetas representou mais de 50% dos participantes do sistema. Isso porque para o público consumidor de motos de baixa cilindrada o consórcio é mais acessível do que os planos de financiamentos, restritos pelos bancos.
De acordo com a Abac, dezembro de 2010 foi encerrado com 2,1 milhões de consorciados,
 aumento de 3,4% em relação aos 2,03 milhões registrados em no mesmo mês do ano anterior.
No caso das vendas de novas cotas, elas subiram 1,7%, de 1,16
milhão de janeiro a dezembro de 2009 para 1,18 milhão no mesmo período de 2010.
As contemplações somaram 622,2 mil em todo o ano de 2010.
Aumento de 3,2% na comparação com as 603,1 mil observadas em 2009.
No setor de motos, o ticket médio do ano (valor médio da cota durante o ano) foi de
R$ 10.159 em 2010, crescimento de 14% sobre os R$ 8.911 mil vistos em 2009.
Perspectivas para 2011Entre os veículos automotores, a expectativa da Abac está no crescimento maior dos leves pela entrada de novas marcas e por fatores como a estabilidade dos preços e a oportunidade de utilização do crédito da contemplação nas promoções periódicas, já tradicionais nesse mercado.

“Os veículos seminovos também fazem parte da cadeia de negócios, visto que a compra de um novo gera, por vezes, a comercialização de um usado, cuja aquisição também pode ser feita por meio de uma carta de crédito”, reforça a Abac em nota. As recentes alterações nas condições de financiamento também poderão favorecer as adesões ao sistema.
Resumindo: faça consórcio é mais barrato!

 

Midalu, uma naked de 240 cv de potência.Seja bem vinda!

Moto desenvolvida na República Tcheca tem motor de 2.442 cm³ e 20,39 kgfm

Longe dos holofotes dos grandes fabricantes de motos italianos, alemães, americanos e japoneses, foi na República Tcheca que a FGR Midalu 2500 V6 ganhou vida. O modelo apresentado pela empresa tcheca FGR é um verdadeiro “monstro” sobre duas rodas, com um propulsor capaz de assustar até o mais experiente piloto: trata-se de um V6 de 2.442 cm³ capaz de gerar 240 cv de potência.
Este seis cilindros refrigerado a água também chega a 20,39 kgfm de torque e pesa 107 kg. A ideia inicial desta moto inusitada surgiu em 2004 da cabeça do tcheco Miroslav Felgr e o propulsor foi desenvolvido pelo seu parceiro no projeto, Oldrich Kreuz. Em 2008, através de um concurso selecionou o designer Stanislav Hanus como responsável pelas formas da Midalu.
Esta motocicleta apresenta um visual diferenciado das tradicionais naked e, em alguns aspectos, chega a lembrar a Ducati Diavel. A expectativa da FGR e realizar os testes finais da Midalu em 2011 para que este canhão de 240 cv chegue às ruas em 2012

GATAS E MOTOS. Ensaio fotográfico com Sandrinha Barbie.

Esta ensaio foi realizado na Sobrerodas Racing, em Novo Hamburgo, que foi eleita pelos motociclistas a "Melhor Loja de Roupas e Acessórios de 2010".
Fonte: http://www.sobremotos.com.br/

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A Ducati apresenta as suas Concessionárias!

A Ducati do Brasil  apresenta sua rede nacional de concessionárias autorizadas  nas principais cidades do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Campinas. Nelas estão todos os modelos da lendária marca italiana à venda no mercado brasileiro, nas linhas Hypermotard, Monster, Multistrada, Streetfighter e Superbike.
E entre elas a moto que revolucionou o segmento das Maxi Trail, a Multistrada 1200, nas versões básica com e sem ABS, além das versões S (com acabamento mais esportivo em carbono) e S Touring (com as bolsas laterais e cavalete central, ideal para viagens). As versões S e ST possuem também gestão eletrônica das suspensões.
Ela é o que há de moderno e versátil no mercado das mais sofisticadas motos do mundo. Como sugere seu nome, se transforma, a um toque no guidão, de uma comportada e suave moto para andar com garupa na cidade,  numa Touring para longas viagens, ou uma Enduro para estradas de terra e terrenos acidentados ou numa moto de competição, pronta para alcançar performances de corrida numa pista.
A Multistrada tem basicamente quatro modos direferentes de condução. Ao acionar um comando no guidão o condutor tem à disposição os modos urbano, turismo, sport e enduro. Nas opções  enduro e urbano o lendário motor Testastretta, de 1.198 cc, oferece "apenas" 100 cavalos de potência. Mais que suficientes para ultrapassagens seguras na cidade ou para enfrentar as imperfeições da pilotagem fora de estrada. Nos dois outros modos, turismo e sport, são 150 cavalos de potência, que diferem na maneira como entregam esta potência. No modo turismo, privilegia-se o torque, dando à moto condições de carregar o peso adicional do garupa e das bagagens com tranqüilidade. No modo esporte, privilegia-se a potência absoluta, transformando a Multistrada em uma verdadeira puro-sangue. Ao acioná-lo o motor oferece os mesmos 150 cavalos do modo turismo, mas com características mais agressivas, acelerações ainda mais vigorosas e respostas mais rápidas, a ponto exigir do piloto cuidado para que a roda dianteira não saia do chão nas acelerações. Pura adrenalina.. Além disso, a parte ciclística também está toda preparada para o impressionante desempenho da Ducati Multistrada.

Pesando apenas 178 kg sua dirigibilidade é percebida já no trânsito intenso. As suspensões, também ajustáveis em quatro diferentes módulos nas versões S e ST, variam das mais macia no módulo urbano, confortável e absorvendo as imperfeições no asfalto, aumentando o curso no módulo Enduro e enrijecendo no Touring e Sport, para absorver melhor o peso extra ou as exigências de uma pilotagem esportiva. O mesmo acontece com o controle de tração, ajustável às necessidades de cada pilotagem. Para parar esta máquina, freios Brembo com pinças de fixação radial dotados de moderno sistema ABS de condução esportiva.
A Ducati Multistrada vai então da docilidade e conforto no trânsito, passando pelo alto desempenho em viagens e passeios fora de estrada, até virar um bólido de corrida com a performance das motos de pista. Tudo a um simples toque do condutor. Ela e todos os demais modelos Ducati produzidos paravenda no Brasil estão na rede de concessionárias autorizadas Ducati


Serviço

Rede de Concecionárias autorizadas Ducati

DUCATI Store São Paulo JK – Av. Presidentes Juscelino Kubitschek 627 – tel  Tel: (11) 3049-1200

DUCATI Store São Paulo Morumbi – Av. Morumbi, 6849 – Tel: (11) 3755-1127

DUCATI Curitiba - Av. Bispo Dom José, 2.133 – Tel.: (41) 3071-1000

DUCATI Rio de Janeiro – Av. Olegário Maciel, 526 – Tel.: (21) 2491-6696

DUCATI Goiania –  Rua João Abreu, 64 Quadra E-8 Lote 38/40 – Tel.: (62) 3546-5800

DUCATI Campinas –  Av. Dr. Moraes Salles, 1.411 – Tel.: (19) 3295-6505

DUCATI Porto Alegre –  Av. Plínio Brasil Milano, 567 – Tel.: (51) 3333-0017

DUCATI  Belo Horizonte –  Av. Raja Gabaglia, 475 – Tel.: (31) 3275-2711


Tabela de preços sugeridos ao público


Modelos 2010
Valor(R$)

M1100
47.900

M1100S
50.900


MTS1200
62.900


MTS1200
69.900
ABS
MTS1200 S
84.900


MTS1200 ST
88.900


Streetfighter
73.900


Hypermotard 796
40.900


Hypermotard 1110
50.900


848
50.900


1198
69.900


1198S
83.900



Por: Thomaz Magalhães®
Imprensa & Relações Públicas

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Yamaha da Índia apresenta a nova SR-Z 150.E NÓS?ATÉ QUANDO A ESPERA?




A Yamaha da Índia apresentou uma nova moto, a SR-Z, uma "semi-esportiva" de 150 cilindradas.

Na Índia, o mercado de 150 cilindradas é extremamente disputado e vários são os modelos disponíveis entre os diversos fabricantes lá instalados. A Yamaha não fica para trás e depois de lançar a muito exitosa FZ-16 agora vem com um novo produto, a SR-Z.

A SR-Z disputa um segmento que, aqui no Brasil, não tem paralelo. Apenas uma moto, a Apache RTR 150 vendida pela Dafra, que vem justamente de uma indiana, a TVS, segue a linha que o novo modelo da Yamaha vem disputar.

Como também é comum nas motos indianas, as características técnicas não trazem muitas inovações. O motor é um monocilíndrico de 153cc, SOHC de 2 válvulas, refrigerado a ar, alimentado por carburador e capaz de entregar 12,1 HP a 7.500 rpm e 12,8 Nm a 4.500 rpm. O câmbio é de 5 marchas e a partida elétrica.

O chassi é do tipo diamante e as suspensões são de garfo telescópico na dianteira e braço duplo amortecido na traseira. O freio é a disco na dianteira e a tambor na traseira. Os pneus são 2.75-17 e 100/90-17. O tanque de combustível tem capacidade para 14 litros e o peso (seco) é de 132 Kg.

O painel de instrumentos é analógico com velocímetro, conta-giros, hodômetro total, indicador de nível de combustível e luzes-espia. As rodas são de liga leve e motor e escapamento tem acabamento em preto fosco. Aliás, em relação ao acabamento, a SR-Z traz o reconhecido "DNA" da Yamaha, ou seja, com esmero em componentes bem trabalhados.

O que chama muito a atenção é que esta moto custa apenas 55 mil rúpias na Ìndia, o que, numa conversão direta, equivale a somente a 2 mil reais. A SR-Z está disponível em três cores: vermelho, preto e azul.


JÁ CHEGOU A NOVA YS 250 FAZER 250 2012

Lançada com um total "face lift" (reformulação de visual), como se diz na indústria, a "nova" Fazer 250 foi apresentada em abril de 2010. Como faz menos de um ano de seu lançamento, o modelo 2012 não traz significativas mudanças, mas garante as boas qualidades que fizeram esta moto ser escolhida o "Lançamento do Ano de 2010" em eleição direta promovida pelo site e pela Revista Sobremotos
A Fazer 250 será comercializadas nas opções de cores de preta, vermelha e roxa

SERÁ QUE A EQUIPE YAMAHA VAI SER CAMPEÃO NO SBK 2011?

Os pilotos da equipe de fábrica da Yamaha no World Superbike, Marco Melandri e Eugene Laverty, já têm em suas mãos a moto que vai dar o que falar durante o SuperBike 2011: a YZF-R1. Segundo o piloto Cal Crutchlow, que progrediu da SBK 2010 para a MotoGp 2011, a motocicleta está bastante afinada para esta temporada de 2011.
Essa temporada promete supresas....
                                                           Melandri     e    Laverty
Agora é só tocer...O que vc acha?

Ciclomotor precisa de licenciamento e habilitação!?

Tenho recebido muitos e-mails de pessoas perguntando sobre o licenciamento dos ciclomotores e a necessidade de ter a carteira nacional de habilitação para poder conduzir essas Motos
Ciclomotor

Então, para eliminar completamente as dúvidas com relação a legislação, fui buscar as informações diretamente da fonte: O Código de Trânsito Brasileiro.

Acho interessante primeiro olhar para as definições que o CTB coloca no Anexo I:
ANEXO I
DOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES

CICLOMOTOR - veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda a cinqüenta centímetros cúbicos (3,05 polegadas cúbicas) e cuja velocidade máxima de fabricação não exceda a cinqüenta quilômetros por hora.
Motocicleta - veículo automotor de duas rodas, com ou sem side-car, dirigido por condutor em posição montada.
Motoneta – veículo automotor de duas rodas, dirigido por condutor em posição sentada.
VEÍCULO AUTOMOTOR – todo veículo a motor de propulsão que circule por seus próprios meios, e que serve normalmente para o transporte viário de pessoas e coisas, ou para a tração viária de veículos utilizados para o transporte de pessoas e coisas. O termo compreende os veículos conectados a uma linha elétrica e que não circulam sobre trilhos (ônibus elétrico).
Veja bem: Na motocicleta e na motoneta, a expressão “veículo automotor” é usada. Essa expressão, de fato, é usada em muitos dos artigos do CTB. Mas a definição de CICLOMOTOR não diz que este é um “veículo automotor”. Mas a definição sobre o que é um veículo automotor dá a entender que um ciclomotor certamente se enquadra nesta definição. Eis aqui um típico caso de lei que não é clara e pode ser interpretada de muitas formas.
Vamos aos artigos:
CAPÍTULO II
DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO

Seção II
Da Composição e da Competência do Sistema Nacional de Trânsito

Art. 24. Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:
XVII – registrar e licenciar, na forma da legislação, ciclomotores, veículos de tração e propulsão humana e de tração animal, fiscalizando, autuando, aplicando penalidades e arrecadando multas decorrentes de infrações;
Portanto, a responsabilidade por registrar os ciclomotores e realizar a fiscalização é do governo municipal.
CAPÍTULO III
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA

Art. 54. Os condutores de Motocicletas, Motonetas e ciclomotores só poderão circular nas vias:
I – utilizando Capacete de segurança, com viseira ou óculos protetores;
II – segurando o guidom com as duas mãos;
III – usando vestuário de proteção, de acordo com as especificações do CONTRAN.
Art. 55. Os passageiros de motocicletas, motonetas e ciclomotores só poderão ser transportados:
I – utilizando capacete de segurança;
II – em carro lateral acoplado aos veículos ou em assento suplementar atrás do condutor;
III – usando vestuário de proteção, de acordo com as especificações do CONTRAN.
Então as normas de circulação são iguais para motos e ciclomotores. Mesmas roupas, mesmos equipamentos. Quanto a conduta, os ciclomotores tem uma ressalva:
Art. 57. Os ciclomotores devem ser conduzidos pela direita da pista de rolamento, preferencialmente no centro da faixa mais à direita ou no bordo direito da pista sempre que não houver acostamento ou faixa própria a eles destinada, proibida a sua circulação nas vias de trânsito rápido e sobre as calçadas das vias urbanas.
Parágrafo único. Quando uma via comportar duas ou mais faixas de trânsito e a da direita for destinada ao uso exclusivo de outro tipo de veículo, os ciclomotores deverão circular pela faixa adjacente à da direita.
Portanto, ciclomotores sempre na direita, e jamais em rodovias! Apenas dentro da cidade.
CAPÍTULO IX
DOS VEÍCULOS

Seção III
Da Identificação do Veículo

Art. 120. Todo veículo automotor, elétrico, articulado, reboque ou semi-reboque (repare: não há ciclomotor aqui), deve ser registrado perante o órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, no Município de domicílio ou residência de seu proprietário, na forma da lei.
Art. 121. Registrado o veículo, expedir-se-á o Certificado de Registro de Veículo – CRV de acordo com os modelos e especificações estabelecidos pelo CONTRAN, contendo as características e condições de invulnerabilidade à falsificação e à adulteração.
Art. 122. Para a expedição do Certificado de Registro de Veículo o órgão executivo de trânsito consultará o cadastro do RENAVAM e exigirá do proprietário os seguintes documentos:
I – nota fiscal fornecida pelo fabricante ou revendedor, ou documento equivalente expedido por autoridade competente;
Art. 124. Para a expedição do novo Certificado de Registro de Veículo serão exigidos os seguintes documentos:
II – Certificado de Licenciamento Anual;
VIII – comprovante de quitação de débitos relativos a tributos, encargos e multas de trânsito vinculados ao veículo, independentemente da responsabilidade pelas infrações cometidas;
Art. 128. Não será expedido novo Certificado de Registro de Veículo enquanto houver débitos fiscais e de multas de trânsito e ambientais, vinculadas ao veículo, independentemente da responsabilidade pelas infrações cometidas.
Então até aqui os ciclomotores não foram citados. Dependendo do que você entende por “veículo automotor”, ele é ou não obrigado a ser licenciado. Mas o próximo artigo fala especificamente sobre os ciclomotores:
Art. 129. O registro e o licenciamento dos veículos de propulsão humana, dos ciclomotores e dos veículos de tração animal obedecerão à regulamentação estabelecida em legislação municipal do domicílio ou residência de seus proprietários.
Eu entendo que o Artigo 129 tem por finalidade retirar a dúvida sobre a ambiguidade dos outros artigos, colocando uma definição específica para os ciclomotores: A regulamentação sobre eles é municipal, ou seja, o governo municipal é quem decide como serão registrados os ciclomotores. Eu entendo que esta é a grande dúvida da maioria das pessoas, pois afinal, não há uma legislação única, e pouca gente conhece a legislação do próprio município. Eu considero até a hipótese de a maioria dos municípios sequer ter uma legislação para o registro e licenciamento dos ciclomotores.
CAPÍTULO XII
DO LICENCIAMENTO

Art. 130. Todo veículo automotor, elétrico, articulado, reboque ou semi-reboque, para transitar na via, deverá ser licenciado anualmente pelo órgão executivo de trânsito do Estado, ou do Distrito Federal, onde estiver registrado o veículo.
Aqui novamente os ciclomotores não são citados. Portanto, os governos Federal e Estadual realmente não tem responsabilidade por fornecer o licenciamento dos ciclomotores.
CAPÍTULO XIV
DA HABILITAÇÃO

Art. 141. O processo de habilitação, as normas relativas à aprendizagem para conduzir veículos automotores e elétricos e à autorização para conduzir ciclomotores serão regulamentados pelo CONTRAN.
Isso na prática diz que a regulamentação para os condutores é única em todo o Brasil (pois o CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito, é o mesmo no Brasil inteiro).
Art. 143. Os candidatos poderão habilitar-se nas categorias de A a E, obedecida a seguinte gradação:
I – Categoria A – condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral;
Pra mim está claro que a habilitação necessária para conduzir um ciclomotor é a de categoria “A”, afinal, a definição de ciclomotor é compatível com a da categoria “A”.
Art. 159. A Carteira Nacional de Habilitação, expedida em modelo único e de acordo com as especificações do CONTRAN, atendidos os prérequisitos estabelecidos neste Código, conterá fotografia, identificação e CPF do condutor, terá fé pública e equivalerá a documento de identidade em todo o território nacional.
§ 1º É obrigatório o porte da Permissão para Dirigir ou da Carteira Nacional de Habilitação quando o condutor estiver à direção do veículo.
Aqui, a lei se refere a veículo de maneira geral. Não há no CTB uma definição para “Veículo”, mas de qualquer forma, imagino que um ciclomotor é um veículo e portanto, a lei se aplica.
CAPÍTULO XV
DAS INFRAÇÕES

Art. 244. Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor:
I – sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção e vestuário de acordo com as normas e especificações aprovadas pelo CONTRAN;
II – transportando passageiro sem o capacete de segurança, na forma estabelecida no inciso anterior, ou fora do assento suplementar colocado atrás do condutor ou em carro lateral;
III – fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda;
IV – com os faróis apagados;
V – transportando criança menor de sete anos ou que não tenha, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa e suspensão do direito de dirigir;
Medida administrativa – Recolhimento do documento de habilitação;

VI – rebocando outro veículo;
VII – sem segurar o guidom com ambas as mãos, salvo eventualmente para indicação de manobras;
VIII – transportando carga incompatível com suas especificações:
Infração – média;
Penalidade – multa.

§ 1º Para ciclos aplica-se o disposto nos incisos III, VII e VIII, além de:
a) conduzir passageiro fora da garupa ou do assento especial a ele destinado;
b) transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias;
c) transportar crianças que não tenham, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança.
§ 2º Aplica-se aos ciclomotores o disposto na alínea b do parágrafo anterior:
Infração – média;
Portanto, as regras de circulação são as mesmas que para as motos. As multas idem, exceto que os ciclomotores não podem transitar em vias de trânsito rápido, coisa que as motos e motonetas podem fazer.
Art. 250. Quando o veículo estiver em movimento:
I – deixar de manter acesa a luz baixa:
d) de dia e de noite, tratando-se de ciclomotores;
Infração – média;
Penalidade – multa
Aqui há uma dupla legislação. O Artigo 244, inciso IV, diz que conduzir motos, motonetas e ciclomotores com o farol apagado é uma infração gravissima, mas o Artigo 250, inciso I.d, diz que é uma infração média. Confuso, não?
Mas as conclusões que chegamos são as seguintes:
  1. A responsabilidade por registrar e licenciar os ciclomotores é do governo municipal, e não do estadual. Portanto, cada municipio pode ter legislação específica sobre esse tipo de Moto. Hoje o licenciamento “normal” é feito pelo estado, então imagino que licenciar ciclomotores pelo mesmo processo que as motos não esteja certo. Não conheço os detalhes da apólice do DPVAT, mas imagino que este seguro não se estenda aos ciclomotores, uma vez que eles nem deveriam ser licenciados pelo estado.
  2. Para pilotar um ciclomotor, é necessária a CNH ou a ACC (Autorização para conduzir ciclomotor). Em ambos os casos, as regras para a habilitação são as mesmas: Ser maior de 18 anos, saber ler e escrever, e fazer os exames teóricos e práticos.
E ai? O que acha?

AGORA SERÁ? NOVA SUZUKI BURGMAN 125 IE 2011

Algumas revistas (e outros blogs) estavam publicando que a Burgman 125 nova seria a mesma vendida na Europa. Como eu não sou louco, não acreditei, afinal de contas, se lá ela custa 4000 Euros, aqui não chegaria por menos de R$ 15.000,00, e neste preço, ninguém compraria.
Eis que vazou a foto da “nossa” Burgman 125 2011:
















                            Burgman 125 II

Como pode ver, caro leitor, é muito mais parecida com a GSR125 vendida na Ásia, que é a Scooter que pensei que seria a nossa Burgman 125 de 2011. Porém, com esse curioso nome de “Burgman II” (Burgman 2?)


Suzuki Burgman 125ie 2011 Branco e Azul
As diferenças são pequenas: O farol, que no modelo asiático fica no guidão, no nosso, será no escudo frotal, tal qual o modelo antigo. Um detalhe ou outro nas carenagens, e mais nada. De resto, a Moto parece ser muito semelhante em tudo. Pedaleiras para o garupa, rodas aro 10, mesmo tamanho geral, espelhos com moldura fixa, etc.
Só o que acho estranho é esse pedal de partida ao lado do câmbio. Motos com Injeção Eletrônica geralmente não têm partida a pedal (a exceção fica por conta das motos de trilha, mas a história é diferente). Eu tenho uma suspeita (apostaria R$ 5,00 nisso) de que essa Burgman nova não possui Injeção Eletrônica, e ainda usa o velho carburador. Além do pedal, que sozinho já é uma grande evidência, não há na moto nenhum adesivo dizendo “EFI”, “Fuel Injection” ou algo do tipo, o que certamente existiria se a moto fosse Injetada. Torço para estar errado, pois lançar essa scooter com carburador seria um grande tiro no pé da Suzuki
No mais, nada de amortecedor traseiro a gás e nada de freio dianteiro com pinça de 2 pistões. Não sei do resto, afinal, só essa foto vazou, mas acredito que essa moto não vai surpreender muito o mercado.
Essa foto foi gentilmente enviada por um leitor. Ele não disse se quer ou não se identificar, então se ele se manifestar, eu coloco o nome dele aqui. Mas ele disse que a “apresentação” aconteceu hoje em Jundiaí. Então a notícia é quentíssima!!!
Que você acha? Estava esperando a Suzuki lançar essa moto?

Fonte: http://www.motosblog.com.br/2011/02/17/bomba-nova-suzuki-burgman-125-2011/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Yamaha XTZ 125X e XTZ 125 2011

Campeãs no segmento trail até R$ 10.000,00 como Melhor Negócio 2010 em publicação especializada, os dois modelos XTZ 125X, em primeiro e XTZ 125, em segundo lugar, oferecem o melhor custo x benefício.

Apresentada à imprensa em setembro de 2002, a XTZ 125 2003 nasceu atendendo ao Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (PROMOT) e em 2009, assim como sua irmã XTZ125X acata a fase 3 do Programa, além de receber atualizações nos componentes e visual.

Para 2011 os modelos tiveram alterações nos gráficos e na cor e acabamento de alguns componentes.



O propulsor, comum a ambas, é um monocilíndrico quatro tempos de 125 cc, refrigerado a ar, que desenvolve 10 cv a 7.500 RPM de potência e torque de 1,0 kgf.m a 6.000 RPM. Os desenvolvimentos e soluções técnicas desse motor são comprovados pelo eficiente sistema de contra pesos acoplados ao eixo do virabrequim, denominado de Balance Engine, que praticamente eliminam as vibrações características aos motores monocilíndricos e pelo prático sistema centrifugo de filtragem de óleo, que não requer a substituição do elemento do filtro de óleo.

O carburador Mikuni tipo BS 25 com acionamento do “segundo estagio” a vácuo, e sensor de posição do acelerador, funciona sem falhas e com menor consumo de combustível e em conjunto com o novo CDI-DC proporciona respostas rápidas, economia de combustível e menor índice de emissões de gases poluentes.
Yamaha XTZ 125X e XTZ 125 2011


Visualmente, a XTZ 125 mantém as linhas características dos modelos off-road da Marca dos três diapasões, enquanto que a XTZ 125X apresenta elementos presentes nos modelos on-off e on-on Road como pára-lama mais curto, rodas raiadas de 17 polegadas, proteção das bengalas em material injetado em preto fosco de forma triangular, se diferenciando do guarda-pó sanfonado na XTZ 125.

O conjunto óptico também acompanha o estilo urbano e moderno da Yamaha XTZ 125X, com os piscas brancos em formato oval – na XTZ 125 leva pisca retangular com lente amarela e espelhos retrovisores convencionais em preto, enquanto na “X” são redondos com haste cromada, outro detalhe são as pedaleiras dianteiras retrateis do tipo off-road com protetores de borracha.

Se a ciclística da Yamaha XTZ 125 é perfeita para todo-terreno, nada mais natural que a XTZ 125X priorizar o comportamento dinâmico para o circuito “urbano”. Quando comparada com a sua irmã XTZ 125, a “X” tem entre eixos e trail maior (1.345 mm) e (112 mm), respectivamente e o ângulo de cáster diminuiu para 27o. As rodas tem 17 polegadas de diâmetro e são calçadas com pneus “street” da marca Pirelli 100/80 – 17 MC 52P na dianteira e 110/80 – 17 MC 57P na traseira, enquanto a irmã de uso misto leva roda de 21 polegadas com pneus 80/90-21 48T MT90 na dianteira e roda de 18 polegadas e pneus 110/80-18 58T MT90 na traseira.

Um detalhe que dissemina ainda mais o conceito “X” são os cubos das rodas, balança e o garfo dianteiro pintados na cor preta, além de um par de espelhos exclusivos.

A ergonomia também foi estudada e aplicada em relação ao posicionamento dos braços e pernas, assim como um banco longo que avança sobre o tanque de combustível. Se comparada a XTZ 125, a Yamaha XTZ 125X está com o assento mais próximo ao solo; são 215 mm ante 265 mm de altura.
Ainda em comum aos dois modelos; a suspensão dianteira do tipo telescópica com mola e óleo, a traseira leva braço oscilante em aço de alta resistência e exclusivo sistema Active Monocross de amortecimento. O freio dianteiro é composto por monodisco ventilado com 220 mm de diâmetro com acionamento hidráulico e pinça com dois pistões, a traseira é equipada com um freio a tambor de 130 mm de diâmetro e chassi do tipo Diamante.

A linha XTZ 125 2011 está à venda em toda Rede de Concessionárias Autorizadas Yamaha, nas cores preta, azul e vermelha, a versão “X” nas cores preta ou laranja, oferecendo a melhor relação custo-benefício entre as motocicletas de sua categoria.

OBS.: Melhor Negócio é uma ampla pesquisa de mercado apresentada aos leitores da Revista Motociclismo Magazine da Motorpress Brasil Editora, em todo o País. Realizados há cinco anos consecutivos, e em sua quinta edição apresentou aqueles modelos que dentro da sua categoria, destacam-se na ponta do lápis e são garantia de bons negócios.

Triumph pode produzir Speed 300 e trazer para Brasil em 2012

Não há nada oficial, mas de acordo com a Revista Motociclismo, a empresa britânica Triumph estaria planejando lançar uma motocicleta no estilo 300cc:  a Street 300. O projeto da motocicleta já está em andamento e fabricação será feita na Tailândia. A revista ainda diz que motocicleta possivelmente já estaria no Brasil já no próximo ano.
 Conhecida em todo o mundo pelos seus motores tricilíndricos, a marca estaria desenvolvendo um novo modelo que irá utilizar um monocilíndrico com refrigeração líquida e que, deverá ter uma cilindrada em torno de 267 e 350 cc. Quanto ao design, a Street 300 poderá ser parecida com as motocicletas já fabricadas pela Triumph, a Street e Speed Triple.

Fontes de mercado dizem que a Triumph estaria modificando suas parcerias aqui no Brasil e a Dafra seria a sua nova parceira oficial.

A revista Motociclismo ainda divulgou um desenho (não-oficial) de como seria a moto. Qual moto brasileira ela te lembra? É, que se cuide a CB300R pois pode estar vindo concorrência forte por aí!